sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
VALE TUDO (VALE MUITO LER)

Acabei de ler VALE TUDO: E como leitora voraz posso afirmar que VALE MUITO. Essa biografia do "Síndico" Tim Maia traz de forma bem humorada (mas sem deixar passar as fases nada risíveis) partes da vida deste cara interessante. Apesar de tudo, o cara era uma figuraça. Grande artista, grande talento, grande Tim!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Não jogue pérolas aos porcos
Experiência é algo que demanda tempo, aprendizado, esforço e dedicação. A experiência nos dá conhecimento e a maturidade para utilizá-lo, criando oportunidades e gerando bons resultados. A maioria dos bons profissionais e também das boas pessoas, levaram tempo para adquirir a base necessária para ter a confiança em suas atitudes, sentimento este que lhes possibilita destacar-se no que fazem.
Assim sendo, não seria de se estranhar que muitos destes não compartilha seus conhecimentos e seu preparo totalmente de graça. Neste caso, entretanto, a gratuidade não está relacionada à compensação financeira, mas a um mínimo de dedicação da parte que se dispõe a receber as informações. Para quem já tentou compartilhar conhecimentos, uma das situações mais frustrantes acontece quando se percebe que os espectadores não ligam para o que está sendo passado e não demonstram um mínimo de respeito para com o "palestrante".
A expressão muito usada "não jogue pérolas aos porcos" pode ser colocada aqui como uma advertência sobre a transmissão das coisas que lhe são importantes. Perder tempo com quem não se demonstra interesse é desperdiçar um tempo precioso que poderia ser investido com resultados muito melhores, desde que direcionados a um público interessado.
Porcos não entendem de pérolas. Jogá-las a eles é o mesmo que desperdiçar seu tesouro com o público errado!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
PEDIR PERDÃO, ISSO É FUNDAMENTAL PARA SE TER PAZ.
"Amar a quem nos odeia, fazer o bem a quem nos faz o mal, orar pelos que nos perseguem"...(Mat 5, 43-49). Esta é talvez a tarefa mais árdua para um cristão, porém não é impossível.
Todos nós temos o que perdoar e temos sobretudo do que pedir perdão!
Nenhuma das duas coisas é fácil. Não é fácil pedir perdão e muito menos perdoar.
E no entanto, é um dos ensinamentos, que mais elevam o ser humano. Quem sabe perdoar e pedir perdão, não traz no coração nem rancor, nem mágoas. Isso é fundamental para se ter Paz.
Sendo parte do amor, essas duas atitudes requerem a iniciativa própria. Não posso esperar o pedido de perdão para poder perdoar. Devo perdoar a partir do coração. Mesmo se o outro não tenha ainda tido a coragem de exprimir o seu pesar, eu o perdôo.
Às vezes, perdoar pode ser simples, mas muitas vezes, pode ser um processo. Para perdoar é preciso decidir. Sim! O perdão não acontece por acaso. Então, é preciso escolher ter o respeito próprio para não mais fazer mal a si mesmo; ser pisoteado por outra pessoa, e ter respeito pelo outro também sem prejudicá-lo com suas atitudes ou comportamentos.
Perdão não envolve somente o ato de perdoar, mas também o de pedir perdão. Ambos são importantes para o nosso desenvolvimento pessoal e espiritual como filhos de Deus. Para pedir perdão, é importante que você: Reconheça o seu erro; esteja sinceramente arrependido; peça, em primeiro lugar, perdão a Deus; peça perdão à pessoa que você ofendeu; procure reparar o erro ou os danos causados; esforce-se para não repetir a falta.
Fonte: Diocese de São Carlos
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Linda Cora Coralina
"Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
Cora Coralina
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
Cora Coralina
A pele que habito
Richard Ledgard (Antonio Bandeiras) é um cirurgião plástico que, após a morte da sua mulher num acidente de carro, se interessa pela criação de uma pele com a qual poderia tê-la salvo. Doze anos depois, ele consegue cultivar esta pele em laboratório, aproveitando os avanços da ciência e atravessando campos proibidos como os da transgênese com seres humanos. No entanto, este não será o único delito que o cirurgião irá cometer.
Diretor: Pedro Almodóvar
Elenco: Antonio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Jan Cornet, Roberto Álamo, Blanca Suárez, Eduard Fernández, José Luis Gómez, Bárbara Lennie, Susi Sánchez
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O Escafandro e a Borboleta
Já tinha assistido ao filme, que por sinal, gostei demais, apesar de achá-lo angustiante, pois é impossível não se colocar no lugar de Jean-Dominique Bauby.
Ler o livro deu vontade de assistir de novo ao filme!

O célebre jornalista e redator francês Jean-Dominique Bauby sofreu, no dia 8 de dezembro de 1995, um Acidente Vascular Cerebral, e entrou em coma; assim que saiu desta condição, ele se viu acometido pela incomum ‘Locked-in Syndrome’, que não deixa o paciente se mobilizar, fazer suas refeições, se comunicar verbalmente e até mesmo respirar, sem o auxílio de aparelhos.
Sua lucidez intelectual, porém, continuou a cintilar em seu cérebro, o que o levou a tomar uma súbita decisão, criar uma obra na qual pudesse relatar suas experiências e expressar seus sentimentos. Como o olho esquerdo era o único órgão de seu organismo a se manter ativo, Jean produziu um sistema de comunicação original.
O jornalista mobilizou um alfabeto condizente com suas condições, auxiliado por sua fonoaudióloga, o ESA, que lhe permitia ditar as letras bem devagar, em ordem decrescente de repetição no idioma francês; ele piscava o olho esquerdo assim que a letra desejada era recitada.
Desta forma o paciente, imobilizado em seu escafandro – equipamento hermeticamente fechado, e que os mergulhadores vestem para trabalharem sob a água -, uma alusão metafórica aos aparelhos nos quais ele vivia recluso, interage com a esfera social. No leito ele vivia submisso a tudo e a todos, mas através de seu livro, “O Escafandro e a Borboleta“, o escritor se libertava, como a borboleta se libera do seu casulo.
...Ao mesmo tempo em que o leitor vivencia sua aflição e a profunda tristeza de não poder, por exemplo, tocar seus filhos, ele também experimenta a intensa habilidade e a veloz atividade de sua mente, a qual, ainda que em um organismo imóvel, é capaz de agir e, através de suas atitudes, transmitir preciosas lições de vida.
...Bauby faleceu apenas dez dias após o lançamento de sua obra-prima, vítima de uma pneumonia, aos 45 anos. Ele foi sepultado na lápide familiar, no Cemitério Pére-Lachaise, em Paris.
....Em 2007 este livro impactante foi convertido para as telas dos cinemas.
Fonte: Infoescola
Ler o livro deu vontade de assistir de novo ao filme!
O célebre jornalista e redator francês Jean-Dominique Bauby sofreu, no dia 8 de dezembro de 1995, um Acidente Vascular Cerebral, e entrou em coma; assim que saiu desta condição, ele se viu acometido pela incomum ‘Locked-in Syndrome’, que não deixa o paciente se mobilizar, fazer suas refeições, se comunicar verbalmente e até mesmo respirar, sem o auxílio de aparelhos.
Sua lucidez intelectual, porém, continuou a cintilar em seu cérebro, o que o levou a tomar uma súbita decisão, criar uma obra na qual pudesse relatar suas experiências e expressar seus sentimentos. Como o olho esquerdo era o único órgão de seu organismo a se manter ativo, Jean produziu um sistema de comunicação original.
O jornalista mobilizou um alfabeto condizente com suas condições, auxiliado por sua fonoaudióloga, o ESA, que lhe permitia ditar as letras bem devagar, em ordem decrescente de repetição no idioma francês; ele piscava o olho esquerdo assim que a letra desejada era recitada.
Desta forma o paciente, imobilizado em seu escafandro – equipamento hermeticamente fechado, e que os mergulhadores vestem para trabalharem sob a água -, uma alusão metafórica aos aparelhos nos quais ele vivia recluso, interage com a esfera social. No leito ele vivia submisso a tudo e a todos, mas através de seu livro, “O Escafandro e a Borboleta“, o escritor se libertava, como a borboleta se libera do seu casulo.
...Ao mesmo tempo em que o leitor vivencia sua aflição e a profunda tristeza de não poder, por exemplo, tocar seus filhos, ele também experimenta a intensa habilidade e a veloz atividade de sua mente, a qual, ainda que em um organismo imóvel, é capaz de agir e, através de suas atitudes, transmitir preciosas lições de vida.
...Bauby faleceu apenas dez dias após o lançamento de sua obra-prima, vítima de uma pneumonia, aos 45 anos. Ele foi sepultado na lápide familiar, no Cemitério Pére-Lachaise, em Paris.
....Em 2007 este livro impactante foi convertido para as telas dos cinemas.
Fonte: Infoescola
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
SUSHI
Mais um livro que li da irlandesa Marian Keyes, este também é cheio de humor e com um tanto bem dosado de drama. Dá a sensação de que conhecemos os personagens. Mas ainda assim prefiro quando ela escreve sobre as irmãs Walsh, assim como Melancia (ClaireWalsh), Férias (Rachel Walsh), Los Angeles ( Maggie Walsh) e Tem alguém aí? ( Anna Walsh).
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Corinthians - Campeão brasileiro 2011
Homenagem ao Doutor Sócrates
Campeão brasileiro 2011
Loucos por ti Corinthians!
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sábado, 12 de novembro de 2011
MANÉ GARRINCHA - ESTRELA SOLITÁRIA
Muito legal o filme ESTRELA SOLITÁRIA. Ótima interpretação de André Gonçalves (Garrincha) e Thaís Araújo (Elza Soares).
Filme lindo, porém, triste!
A vida de Garrincha, o "demônio das pernas tortas", dentro e fora do campo, confrontando o mito do futebol mundial ao homem humilde do interior. Em 1980 a escola de samba Mangueira homenageia Garrincha, que desfila em um carro alegórico especialmente preparado para ele. As várias facetas de Mané Garrincha são mostradas a partir das lembranças de pessoas que lhe foram muito próximas e que o amaram de diferentes maneiras
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Achei o filme tão bom quanto o livro.
GIGANTES DE AÇO
sábado, 22 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
As ruínas
Livro ótimo, pouco óbvio, mas com um final meio frustrante. Mas a leitura vale muito à pena. É boa!!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
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